CNBB DIZ QUE PADRE FOI ASSASSINADO

O padre italiano Maurício Maraglio, da Diocese de Coroatá, no Maranhão, não morreu de enfarte num motel de São Luiz no último dia 28 de outubro, conforme foi anunciado pela polícia local. Ele foi "sequestrado, torturado e assassinado, numa encenação para denegrir a moral da Igreja Católica no Estado". A denúncia foi feita ontem pelo assessor de imprensa da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), padre Arnaldo Beltrami, que acusou o governador Luiz Rocha e o secretário de Segurança Pública, coronel João Ribeiro da Silva Júnior pela "montagem da farsa". Beltrami revelou que a CNBB iniciou uma investigação independente sobre a morte do padre Maraglio, com apoio da Nunciatura Apostólica e da Embaixada da Itália (O Globo).