Segundo o Jornal do Brasil, a FMC do Brasil já comunicou à sua matriz nos EUA (Food Machinery Company) a proibição, pelo governo de Minas Gerais, do transporte, armazenamento e processamento industrial do isocianato de metila, o que inviabiliza a sua fábrica de defensivos agrícolas e inseticidas. Essa unidade, que custou US$5 milhões, não se presta para outra atividade, devido à sua especificidade. A empresa informou que em cortar entre 60% a 70% de seus 58 empregados (JB).