De acordo com o jornal Folha de São Paulo, o cálculo financeiro original para o Projeto Ferro Carajás previa a aplicação de US$5 bilhões-- US$1,6 bilhão de empréstimos externos, US$1,1 bilhão de empréstimos internos e US$2,3 bilhões de recursos próprios. Os recursos próprios seriam reforçados com a emissão de ações e de debêntures conversíveis. Conforme o jornal, até o fim do ano passado, haviam entrado US$686,7 milhões de empréstimos externos, US$404,1 milhões de empréstimos internos e US$181 milhões correspondentes a debêntures conversíveis. As subscrições de ações haviam rendido US$233 milhões e geração de caixa, pelas operações da empresa, haviam proporcionado o resto dos US$1,06 bilhão de recursos próprios já aplicados (FSP).