Cerca de 5 mil pequenos produtores de algodão de Porteirinha, no norte de Minas Gerais, obrigados a vender sua produção a usineiros e intermediários a preços que variam entre Cr$16 mil e Cr$20 mil por arroba, quando o preço mínimo de garantia é de Cr$24885, porque "o Banco do Brasil não tem liberado o financiamento para a colheita", farão uma queima do algodão na praça principal da cidade, no próximo dia 30, em protesto pela omissão das autoridades (JB).