Será de Cr$4,3 trilhões a economia de gastos no orçamento fiscal da União em decorrência dos dois cortes efetuados, um em dezembro de 1984 (15%) e o outro anunciado pelo novo governo (10%), segundo informou o secretário de Orçamentos e Finanças (SOFI) do Ministério do Planejamento, Teófilo de Oliveira. De acordo com as explicações do secretário, o novo corte de 10% sobre os gastos da União não será aplicado de forma linear, ou seja, não incidirá sobre a receita estimada para 1985 (Cr$88,8 trilhões), como inicialmente se cogitou. Estão fora do corte as despesas com pessoal, as transferências aos Estados e municípios e os encargos da dívida pública interna e externa (JB).