O laudo cadavérico da manicure Josefa Maria Nascimento Oliveira, assinado pelo diretor do Instituto Afrânio Peixoto (RJ), Roberto Blanco, atesta que ela não foi espancada nem agredida. O laudo diz que "as marcas encontradas em seu joelho esquerdo e no quadril ainda estão sendo estudadas pelos legistas, que não chegaram até o momento às causas". Josefa Maria morreu no último dia 15. Ela ficou internada durante uma semana no Hospital Salgado Filho, em estado de coma, depois de tentar o suicídio ingerindo barbitúricos. A manicure deixou um bilhete dizendo que tinha sido torturada pelo segurança Nunes, que trabalha na casa de Zuleika Menezes, mulher do ex-comandante da ESG, general Walter Menezes Paes, para confessar um roubo de jóias (JB).