O presidente João Figueiredo assinou vários decretos exonerando de suas funções, a partir de hoje, os seus ministros de Estado, os secretários- gerais e ocupantes de cargos em comissão ou de confiança, entre os que foram seus auxiliares diretos no Palácio do Planalto durante os seus seis anos de governo. Os ministros do Planejamento, Delfim Neto, e da Fazenda, Ernane Galvêas, e o presidente do Banco Central, Afonso Celso Pastore, mereceram mais de um decreto, pois eles foram também desligados de suas funções junto ao Fundo Monetário Internacional e outros organismos internacionais (O Globo).