O GRUPO EXECUTIVO DE PROTEÇÃO AO CONSUMIDOR (PROCON), EM SÃO PA

O grupo executivo de Proteção ao Consumidor (Procon), em São Paulo, divulgou a lista de 439 produtos-- medicamentos, agrotóxicos, produtos químicos industriais e de consumo-- cuja venda ou consumo sofreram restrições, foram banidos ou não foram aprovados pelo governo de 60 países que integram a Organização das Nações Unidas (ONU). A lista-- entregue a representantes de sindicatos de trabalhadores, de entidades médicas e farmacêuticas e secretarias de saúde e à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP)-- foi preparada pelo secretariado das Nações Unidas em meados do ano passado. Os medicamentos e agrotóxicos lideram a lista, com 344 produtos. O Procon destacou nove medicamentos retirados do mercado ou proibidos em vários países que continuam a ser comercializados livremente no Brasil ou suas bulas omitem os perigos: "acetamonofeno, aminofenazona, supressores do apetite baseados em anfetamínicos, cloranfenicol, clioquinolm, metilprednisolona, decanoato de nadrolona, dipirona e bendecitin". O Procon listou dez agrotóxicos vendidos livremente no Brasil que são proibidos em outros países ou sofrem severas restrições: "aldicarb (temik), aldrin, benomil, clorobenzilato (akar), donoseb (gebutox), endossulfan (thiodan), endrin, heptacloro e captan (O Globo).