Reposição parcial das perdas salariais de 62,3%, reajuste trimestral de salários com base no INPC integral e mais verbas para a universidade são as reivindicações de 8 mil professores de 11 das 16 fundações existentes no país, que paralisam suas atividades hoje. Eles querem uma resposta da ministra da Educação e Cultura, Esther de Figueiredo Ferraz, às reivindicações tiradas no 4o. Congresso da ANDES (Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior), realizado em Vitória (ES), na última semana do mês passado. Só não paralisam suas atividades hoje as Universidades de Rondônia, Maranhão, Piauí, Ouro Preto e a UNIRIO, de acordo com o vice-presidente da Andes, Sadi Dal Rosso. Os professores reivindicam também a retirada do projeto de lei propondo autonomia administrativa e financeira às universidades; adicional de 5% por quinquênio; aposentadoria integral através da universidade; índice de produtividade de 5%; abono emergencial de dois salários e verbas para construção, instalação e manutenção de creches nos locais de trabalho (JB).