O empresário Milton Melo Milreu, um dos suspeitos nas fraudes contra a Previdência Social em hospitais paulistas, acusou o ex-superintendente regional do INAMPS, Tomás Camanho Neto, de "ser o chefe da quadrilha, junto com funcionários da presidência do Instituto no Rio de Janeiro". O acusado, Camanho Neto, denunciou por sua vez que recebeu uma ameaça de morte, através de um bilhete anônimo endereçado a seu filho, o médico Gilberto Luiz Camanho (JB).