Segundo o Jornal do Brasil, os cheques recebidos pelo investidor Gustavo da Costa Pires, como pagamento pela venda de 180 milhões de ações preferenciais da Auxiliar Participações, eram, até ontem, as principais evidências com que trabalha a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para apurar a existência ou não de irregularidades na compra dos títulos por quatro fundações de seguridade (Braslight, Ceplus, Geiprev, Portus) (JB).