Cerca de 28 mil dos 45 mil vigilantes de São Paulo deixaram seus postos nas agências bancárias, indústrias, lojas e entraram em greve. O movimento já se espalha pelo interior do Estado com a paralisação atingindo São José do Rio Preto, São José dos Campos e Bauru. Eles reivindicam, principalmente, um salário de Cr$750 mil (atualmente recebem Cr$207 mil) e um aumento de 25% acima do INPC. Ao todo, os grevistas apresentaram as 80 empresas de vigilância do Estado uma pauta de 48 reivindicações. Os empresários propõem um salário de Cr$350 mil. Empresas ligadas a conglomerados financeiros (como a Aurora, do Bamerindus, e a Serbank, do BCN) procuraram os vigilantes para negociar em separado, mas se recusam a discutir uma das reivindicações: a estabilidade no emprego (JB).