DE ACORDO COM O SECRETÁRIO-GERAL DA PREVIDÊNCIA SOCIAL, JOFRAN

De acordo com o secretário-geral da Previdência Social, Jofran Frejat, o telefone da representação do Ministério da Previdência em São Paulo esteve "sob escuta clandestina por um longo tempo (até o início deste ano), atrapalhando os trabalhos de combate às fraudes dos hospitais". Segundo ele, o ministro Jarbas Passarinho começou a desconfiar, no final do ano passado, que suas conversas com Roberto Souto Maior-- um ex-delegado da Polícia Federal que o ministro convidou para coordenar as investigações-- haviam vazado para as pessoas que estavam sob a mira das investigações. Ainda não se sabe exatamente quem colocou os aparelhos de escuta no gabinete da representação paulista. Frejat disse que este trabalho de escuta pôs abaixo várias ações que visavam surpreender os hospitais (FSP).