Em 1985, o Brasil vai reduzir o ritmo de crescimento da sua produção de estanho, embora não participe do Conselho Internacional do Estanho (CIE) e, portanto, não esteja submetido à política de cortes de oferta dos países-membros do Conselho (Malásia, Indonésia, Tailândia, Austrália, Nigéria e Zaire). O CIE fixa níveis de preços, controla as exportações e o estoque regulador. Segundo previsão divulgada pelo Sindicato Nacional da Indústria de Extração de Estanho (SNIEE), a produção brasileira deverá atingir 19285 toneladas (GM).