O secretário-geral do Ministério das Comunicações, Rômulo Vilar Furtado, disse que o próximo satélite doméstico brasileiro de comunicações poderá ser construído no país com uma parcela mínima de componentes estrangeiros. "Esta constatação teria sido feita pelo governo há muitos anos mas a sua viabilização só foi possível agora. Desde 1974 o país aluga canais para comunicação interna do consórcio Intelsat, que, contudo, demonstrou suas desvantagens-- restrições pela necessidade de compatibilização dos interesses dos 109 países-membros, em termos de canais disponíveis, e submissão às normas de utilização)" (FSP).