EM SÃO PAULO (CAPITAL), AS GREVES NA ALCAN ALUMÍNIOS DO BRASIL

Em São Paulo (capital), as greves na Alcan Alumínios do Brasil (300 metalúrgicos) e na Petrograph (80 trabalhadores) continuam. Permanecem também paralisadas a Metalúrgica Rossi (700 operários), a Artécnica (20) e a Sidertécnica (20) em Diadema, e a Fone-mat S/A (300), em São Bernardo. Na Alcan, os grevistas iniciaram a paralisação no dia 21 para reivindicar o abono de 80 horas, estabilidade no emprego, equiparação salarial, transporte, melhoria na condição de trabalho e comissão de fábrica. Na Petrograph, os 80 metalúrgicos querem o recebimento do salário de dezembro e a regularização do recolhimento do FGTS, que não é feito há mais de oito meses. Os 700 operários da Metalúrgica Rossi pleiteiam o cumprimento de um item do acordo feito em novembro do ano passado, referente à comissão de fábrica que deveria ter sido regularizada até 31 de dezembro, além da readmissão de cinco demitidos no dia 21. O aumento salarial e melhoria nas condições do trabalho são os itens pleiteados na Artécnica e na Sidertécnica, empresas do mesmo grupo, por 40 trabalhadores que iniciaram a greve no dia 22 último. Já na Fone- Mat S/A., os 300 empregados pararam no dia 22 para protestar contra a demissão de dois funcionários no dia 21, e querem a readmissão deles (GM).