Cinco agricultores e cerealistas da região de Taquarituba (SP) foram indiciados por crimes de estelionato e uso de documentação falsa, na Polícia Federal, acusados de cometerem fraudes do feijão-preto. A Polícia Federal suspeita ainda de envolvimento de funcionários do setor de agricultura dos governos federal e estadual. Até agora já foram apreendidos 1186 toneladas de feijão-preto velho que seriam negociadas com o governo como se fossem de feijão novo. Cerca de 3 mil toneladas-- o total de feijão que segundo a Polícia Federal seria comercializado de forma fraudulenta com o governo-- foram comprados da Empresa Baiana de Alimentos (EBAL) pela firma Mercantil Celeiros (JB).