O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro João Nogueira de Resende, classificou de "perdulários" os gastos do governo com as residências oficiais da península dos ministros e lamentou que o tribunal não tenha "autoridade suficiente" para "coibir o esbanjamento do dinheiro público". Ele admite que os ministros de Estado tenham direito a residências na península, mas com as despesas de alimentação e empregados "correndo por conta de cada um". Atualmente os vencimentos de ministros estão fixados em Cr$5,76 milhões mensais (JB).