A Secretaria da Saúde de São Paulo ainda não tem os números de novembro e dezembro, mas previu que aumentou o coeficiente de mortalidade infantil (relação entre nascidos vivos e óbitos de menores de 1 ano de idade) nos dez primeiros meses de 84, se comparados com igual período de 83. Enquanto 46,94% das crianças-- a cada mil nascidas vivas-- morreram com menos de um ano de idade, de janeiro a outubro de 1983 na Grande São Paulo (no ano, em números absolutos, 17690 crianças não completaram um ano de vida), em 1984, o coeficiente subiu para 53,76%. De acordo com a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (SEADE), o maior índice de mortalidade infantil por grupo de causa, no mês de julho do ano passado, na Grande São Paulo, recaiu sobre as doenças do aparelho respiratório-- 31,51%. Em segundo lugar, ficaram as causas perinatais, com 25,42% e, em terceiro, doenças infecciosas e parasitárias, que atingiram 23,96% (FSP).