O Papa João Paulo II reafirmou a opção preferencial da Igreja pelos pobres, mas condenou os métodos usados pela Teologia da Libertação, afirmando que essa opção não pode ser ditada por ideologias que dividem a sociedade e levam à luta de classes. Segundo o jornal Folha de São Paulo, fontes vaticanas disseram que o papa poderá promulgar uma encíclica sobre a Teologia da Libertação, para pôr fim às controvérsias sobre a questão e atualizar a doutrina social da igreja (FSP).