O governo de Minas Gerais assinou com um "pool" de 13 bancos que operam no país, um contrato de empréstimo no valor de US$115 milhões, recursos estes a serem captados pelos dois bancos oficiais do Estado, BEMGE e Credireal e que serão utilizados para transformar a dívida pública flutuante do tesouro estadual em consolidada. Os empréstimos contraídos pelo BEMGE e Credireal terão prazos variáveis, mas todos superiores a cinco anos e carência máxima de cinco anos. As taxas praticadas são as usuais para operações deste tipo, variando em termos de "Libor" com spread máximo de 2% (FSP).