Os dez promotores da Vara de Execuções Criminais de São Paulo entraram em seu nono dia de greve, em protesto contra decisão do juiz corregedor dos presídios, Haroldo da Luz Sobrinho, que não permite a entrega dos processos criminais em mãos. Ontem, 3600 processos estavam parados na Vara, entre eles os indultos de Natal. O presidente da Associação Paulista do Ministério Público, Luiz Antonio Fleury, disse que se o problema não for resolvido, os promotores entrarão com mandado de segurança no Tribunal de Justiça (JB).