O presidente do Banco do Brasil, Oswaldo Colin, desmentiu que o banco pretenda punir todos os funcionários que aderiram à greve de advertência, iniciada anteontem no Rio de Janeiro e que ontem atingiu as agências de outras capitais. Colin assegurou, no entanto, que as lideranças sofrerão as punições previstas na legislação, "porque o movimento é ilegal" (FSP).