DE ACORDO COM O JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO, A RESERVAS DE MINÉRI

De acordo com o jornal Folha de São Paulo, a reservas de minério de ferro do país estão calculadas em 32 bilhões de toneladas. Deste total, 18 bilhões encontram-se na região da Serra dos Carajás. Para explorar estas reservas, o Programa Grande Carajás estima investimentos totais de US$28,1 bilhões até o final do século. Além do investimento no segmento mínero-metalúrgico, prevêem-se inversões de US$8,1 bilhões na agricultura, US$1,7 bilhão na pecuária, US$1,3 bilhão em reflorestamento e US$22,5 bilhões em infra-estrutura e outros sistemas de apoio, totalizando US$61,7 bilhões, que propiciariam receita anual de US$17 bilhões. Os principais projetos são: minério-de-ferro-- reservas de 18 bilhões de toneladas, com início de produção previsto para o ano que vem. A Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) investiu mais de US$3 bilhões no complexo mina-ferrovia-porto e espera um retorno de US$700 milhões/ano; alumínio-- reservas de 40 milhões de toneladas de bauxita que abastecerão a ALBRÁS/ALUNORTE, consórcio que investe US$1,8 bilhão e estima uma receita anual de US$600 milhões; cobre-- reservas superiores a 1 bilhão de toneladas, teor de 0,7%, estimando-se a produção de 1 milhão de toneladas/ano de concentrado com 32% de cobre; níquel-- reservas de 47 milhões de toneladas, teor de 1,6%, com lavra cativa de 1,6 milhão de ton/ano de níquel contido; manganês-- reservas de até 100 milhões de toneladas, teor acima de 40%, lavra de 500 mil ton/ano de minério e produção de 150 mil ton/ano de ferro-liga (FSP).