De acordo com o jornal Folha de São Paulo, a hidrelétrica de Tucuruí, a primeira das cinco previstas para o aproveitamento do potencial da região amazônica, calculado em 100 milhões de quilowatts, consumiu US$4,6 bilhões da ELETROBRÁS, através de sua subsidiária ELETRONORTE. A capacidade da usina será de 4 milhões de kw, em sua primeira etapa: "até 1989 estará com suas 12 turbinas de 330 mil kw cada uma funcionando. Os grandes consumidores da usina serão as fábricas de alumínio e alumina: Albrás-Alunorte em Barcarena, no Pará, e o consórcio Alumar (Alcoa e Biliton) em São Luís do Maranhão (FSP).