O ex-presidente da CENTRALSUL (Central de Cooperativas de Produtores Rurais do Rio Grande do Sul), Ari Dionísio Dalmolin, e quatro auxiliares de sua diretoria (Ruben Ricardo Matte, Temio Fredriskssen, Danton Simões Dias e a contadora Souvenir Mary Pech) foram denunciados pelo promotor Armando Valer, por crimes que vão da gestão temerária e fraudulenta até a falsidade ideológica. Eles foram responsáveis por uma gestão que deixou um prejuízo de mais de Cr$600 bilhões, segundo calcula o promotor. Somente com 31 bancos credores foi constatado um débito da ordem de Cr$874 bilhões, valor de 30 de setembro último. O Banco Nacional de Crédito Cooperativo (BNCC) é o principal deles, com Cr$365 bilhões. Seguem-se o Bamerindus com Cr$133 bilhões, Sul-Brasileiro com Cr$103 bilhões, Banrisul, Cr$51 bilhões e Econômico, Cr$32 bilhões (FSP).