O CANDIDATO DO PDS À SUCESSÃO PRESIDENCIAL, PAULO MALUF, VOLTOU

O candidato do PDS à sucessão presidencial, Paulo Maluf, voltou a alegar no Supremo Tribunal Federal a inexistência de fato concreto para a instauração da ação penal contra ele, a propósito da impressão de folhetos de propaganda eleitoral feita na gráfica da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. Seu advogado afirmou, também-- reiterando defesa feita pelos outros indiciados, diretores da IMESP durante seu governo--, que não é possível a formalização de queixa-crime subsidiária depois que o Ministério Público pede o arquivamento do processo. O caso da IMESP e a ação recisória, visando à anulação da condenação por ter feito doação ilegal de automóveis aos jogadores da seleção de futebol de 1970, são os dois últimos processos pendentes contra o ex-governador no Supremo. Este último está praticamente decidido: Paulo Maluf terá de indenizar o erário da prefeitura paulistana, em virtude de setença já julgada e insusceptível de recurso (O ESP).