De acordo com o diretor da Associação Brasileira de Previdência Privada, José Odílio, os fundos de pensão já estão com 32% de seu patrimônio aplicados em títulos da dívida pública federal e com 9% em Obrigações Estaduais. Com estes percentuais, segundo José Odílio, eles praticamente se enquadraram, com antecipação de um mês, às exigências do Conselho Monetário Nacional, aprovadas no dia 12 de setembro, que elevaram de 20% para 35% o investimento obrigatório em títulos federais, além de criar uma faixa de aplicação compulsório de 10% para os papéis estaduais (FSP).