O vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Luiz Antônio de Medeiros, afirmou que a entidade-- representando cerca de 320 mil trabalhadores-- adotará uma posição crítica em relação ao acordo nacional que está sendo elaborado pelo governo e, embora seja considerado um dos carros-chefes da Coordenação Nacional das Classes Trabalhadoras (CONCLAT), não aceitará que esta entidade negocie em seu nome, preferindo agir em faixa própria num eventual entendimento com as autoridades federais (FSP).