As indústrias bélicas brasileiras terminarão este ano com exportações totais que devem render de US$1,5 bilhão a US$2,6 bilhões e em condições de produzir 80% do armamento de interesse das Forças Armadas. O principal destaque é para a ENGESA, responsável, este ano, por 40% das exportações de armas (O Globo).