De acordo com o ministro interino da Fazenda, Maílson Ferreira da Nóbrega, o Conselho Monetário Nacional (CMN) deverá homologar mês que vem as sequintes medidas: a partir do próximo ano, o governo não mais poderá emitir moeda para cobrir déficits, podendo fazê-lo, apenas, para controlar a liquidez do mercado; o Banco do Brasil perderá a conta movimento e, em contrapartida, será remunerado por todo serviço que prestar ao governo; o orçamento monetário será extinto, passando todas as suas receitas e despesas a constarem do orçamento da União; e os ministérios serão os próprios gestores dos recursos a serem aplicados em seus programas (JB).