O presidente da Federação Brasileira das Associações de Bancos (FEBRABAN), Roberto Konder Bornhausen, manifestou-se contrário à transformação do Banco do Brasil em um conglomerado capaz de captar recursos em todos os segmentos de aplicação existentes hoje no mercado (caderneta de poupança, seguros, corretagem e distribuição de títulos). O segmento privado do sistema financeiro "entende que o governo já possui um conglomerado que abocanha uma expressiva fatia do mercado financeiro". Roberto Bornhausen informou que as taxas de captação dos bancos privados caiu bastante nos últimos tempos, situando-se num patamar médio de 22 a 23% ao ano, mais correção monetária, quando essas taxas chegaram a atingir 28% ao ano (FSP).