A Comissão Pastoral da Terra (CPT), órgão vinculado à CNBB, informou, em Florianópolis, que 150 pessoas estão vivendo em condições sub- humanas, submetidas a "verdadeiro trabalho escravo", nos municípios catarinenses de Canelinha e Tijucas, onde trabalham para a Usina de Álcool e Açúcar Tijucas S/A (USATI) mais de oito horas por dia, cortando 250 metros quadrados de cana-de-açúcar. O salário dos trabalhadores é de Cr$120 mil, não recebem horas extras e são obrigados a pagar todo o material que utilizam (O Globo) (Jornal dos Trabalhadores sem Terra- out 84).