De acordo com denúncia da Federação dos Trabalhadores da Agricultura do Rio Grande do Sul (FETAG), a população rural de mais de 83% dos municípios gaúchos-- cerca de 2,1 milhões de pessoas-- ficaram sem assistência médico-hospitalar a partir da decisão do Ministério da Previdência Social de suspender o atendimento pelo sistema de Autorização de Internamento Hospitalar (AIH) (FSP).