A polícia de Rio Tinto (PB) começou a ouvir ontem testemunhas do assassinato do líder sindical Anastácio Abreu de Lima, 33 anos, morto anteontem com seis tiros e três facadas, pelo administrador da destilaria Japungu, Moacir Calisto da Silva e por seu filho Edvaldo. A Federação dos Trabalhadores na Agricultura da Paraíba (FETAG) atribuiu o crime à participação de Anastácio na greve dos canavieiros da região, em outubro passado (O Globo).