O LAUDO CADAVÉRICO DO GUARDADOR DE AUTOMÓVEIS FRANCISCO BATISTA

O laudo cadavérico do guardador de automóveis Francisco Batista de Souza, morto no 4o. Distrito Policial do Rio de Janeiro, declara que ele morreu de necrose da alça intestinal por ruptura traumática do diafragma e confirma que a causa dessa ruptura foi "ação contundente" (pancada). A pancada causadora da necrose que levou à morte de Francisco Batista se deu num "mínimo de oito horas antes de morrer", acrescenta o laudo do IML. O secretário de Polícia Civil, Arnaldo Campana, informou que já foi instaurado inquérito e que as testemunhas apontam soldados da PM como espancadores de Francisco, mesmo quando ele estava algemado (JB).