Os camelôs do Centro Popular de Comércio do Rio de Janeiro ("camelódromo"), em greve há seis dias, vão tentar negociar uma solução com as autoridades do Estado e do Município, antes de partirem para as ruas do centro da cidade. Eles se recusam a permanecer no "camelódromo"-- alegam que não há compradores-- e querem uma área no centro para trabalhar durante o perído das festas de fim de ano (JB).