O presidente da Sociedade Brasileira de Anestesiologia, Alfredo Vieira Portella, informou, em Belo Horizonte (MG), que os anestesistas de São Paulo, Pará, Bahia e Goiás também vão se desligar do INAMPS (já se desligaram, os do Paraná e do Rio Grande do Sul) por não concordarem com a remuneração da Previdência para os anestesistas credenciados. Ele denunciou que, devido à "baixa remuneração", os anestesistas que dependem do INAMPS para sobreviver são obrigados a trabalhar cerca de 16 horas diárias, além de arcarem com os altos custos dos materiais (JB).