O presidente da CNBB, dom Ivo Lorscheiter, acompanhado pelo vice-presidente da entidade, dom Benedito Ulhoa Vieira e pelo secretário-geral, dom Luciano Mendes de Almeida, distribuiu a nota "Apelo Cívico" ao governo e à Nação, defendendo a legalidade e condenando casuísmos, subornos e pressões sobre o Colégio Eleitoral. Os bispos apontam também suspeitas de existência "de bolsões militares e civis, desconfiados de possíveis forças subversivas", exigindo que essas suspeitas sejam esclarecidas "à luz do dia, sem conchavos, sem reuniões secretas, sem conspirações. Uma nação, que se pretende civilizada, não pode aceitar golpes". Dom Ivo afirmou que a presidência da CNBB "acha lamentável qualquer violação das regras já estabelecidas e quer que cada eleitor possa seguir sua consciência, sem pressões. Queremos que o processo sucessório se faça sem casuísmos e que haja alternância do poder (FSP).