Uma contribuição de Cr$15 milhões por mês, de agosto a dezembro, e Cr$370 milhões quando da eleição presidencial, foi a oferta que o deputado Mário Juruna (PDT-RJ) disse ter recebido (mostrou à imprensa um comprovante de depósito no valor de Cr$30 milhões) do coordenador da campanha de Paulo Maluf, Calim Eid, para que apoiasse o candidato do PDS. Ontem, afirmou Juruna, deveria receber a terceira cota, mas se arrependeu e voltou atrás. Calim Eid negou a acusação. Disse ter tido um único contato com Juruna no início de setembro, quando ele lhe disse que Tancredo lhe oferecera Cr$500 milhões (JB) (FSP) (O Globo) (O ESP) (GM).