A CUT (Central Única dos Trabalhadores) e a CGT (Central Geral dos Trabalhadores), que representam juntas, cerca de 40 milhões de trabalhadores, espalhados em 2.814 entidades, lutarão nos próximos meses para que a nova Constituição seja aprovada por um referendo popular. As duas centrais sindicais ainda não têm proposta sobre a maneira como esse referendo poderia ser feito, mas acreditam que ele seja "fundamental para conferir legitimidade à Carta" (JB).