O SUPERINTENDENTE DA SUCAM (SUPERINTENDÊNCIA DE CAMPANHA, ÓRGÃ

O superintendente da SUCAM (Superintendência de Campanha, órgão do Ministério da Saúde), José Fiúza de Castro, denunciou que está sofrendo pressões-- das multinacionais fabricantes de agrotóxicos e de alguns ecologistas-- para não utilizar os inseticidas DDT e BHC no combate à malária e à doença-de-Chagas. Disse, ainda, que foi impedido de fazer o controle das doenças através da borrifação de paredes, em 40 municípios do Rio Grande do Sul. Os ecologistas afirmam que os produtos de fabricação nacional foram proibidos pelo governo federal na agricultura e que, se forem usados pela saúde pública, as pessoas correm os mesmos riscos de contaminação. As multinacionais pretendem substituir os inseticidas por produtos que esperam comercializar no Brasil em grande escala (JB).