O ministro das Comunicações, Haroldo Corrêa de Mattos, negou que haja qualquer irregularidade na cobrança da alíquota de 30% sobre as contas telefônicas para o Fundo Nacional de Telecomunicações (FNT), mas reconheceu o direito dos usuários de reclamarem e processarem o governo na Justiça. O ministro defendeu, em lugar do FNT, a instituição de um imposto menor do que 30%, para incidir sobre as tarifas dos serviços telefônicos. Segundo ele, este imposto teria a mesma finalidade original do FNT, isto é, captar recursos para a expansão das linhas telefônicas brasileiras (JB).