De acordo com o jornal Folha de São Paulo, a SEPLAN, os Ministérios da Fazenda e das Comunicações, concordam que o governo não poderia estar recolhendo a sobretarifa de 30%, cobrada dos usuários do sistema de telecomunicações, aos cofres do Tesouro, porque a taxa não é um tributo, mas sim um preço público, que deveria ser convertido ao próprio setor que o originou. O FNT (Fundo Nacional de Telecomunicações), que seria composto por esses recursos, foi extinto em 1982 (FSP).