A base monetária (emissão primária da moeda) cresceu 8,8% em setembro, chegando a um saldo de Cr$7,2 trilhões, o que torna ainda mais difícil o cumprimento da meta de 95% para este ano, acertada com o FMI. O objetivo mensal fixado para setembro era uma retração de 5%. Para que a meta de 84 seja atingida, será necessária uma queda mensal de 5% no último trimestre, o que significaria uma redução de Cr$500 bilhões no saldo da base monetária. Nos nove primeiros meses do ano, a expansão da base foi de 71,6% e, nos últimos 12 meses, de 122,7% (O Globo).