Os fornecedores de cana de Pernambuco começaram a ordenar aos 250 mil trabalhadores rurais que suspendam o corte de cana nas 52 cidades da região açucareira, com o objetivo de reduzir a entrega da matéria-prima às usinas. Elas são acusadas de reterem, indevidamente, Cr$120 bilhões devidos aos fornecedores, que ameaçam parar todas as 42 usinas da Zona da Mata. A Associação de Fornecedores e o Sindicato de Cultivadores denunciaram que os industriais estão pagando apenas 75% do preço estipulado pelo Instituto do Açúcar e do Álcool (IAA) para a tonelada de cana, que está a Cr$29426 (JB).