A 6a. Carta de Intenção do Brasil ao FMI projeta, até o final do ano, um superávit mínimo de Cr$2,1 trilhões para o setor público. Prevê a ampliação do superávit público em dezembro de 0,3% do PIB (dado contido na carta de março) para 0,5%. A carta de março previa, ainda, para setembro, um déficit operacional de Cr$600 bilhões, enquanto a última carta estipula que, nesse mês, o déficit será de Cr$1,1 trilhão (JB).