DE ACORDO COM O PRESIDENTE DA NUCLEBRÁS, DARIO GOMES, O ATRASO N

De acordo com o presidente da NUCLEBRÁS, Dario Gomes, o atraso na aprovação pela SEPLAN de um aumento de Cr$195 bilhões no orçamento da empresa acarretou um gasto adicional de Cr$60 bilhões, relativos a custos financeiros por não ter honrado os compromissos assumidos com mão-de-obra e compra de material e equipamentos. No entanto, ele garantiu que o programa traçado para este ano não foi prejudicado. Afetou apenas a produção de concentrado de urânio da usina de Poços de Caldas (MG) que, por falta de capital de giro, produzirá apenas 150 toneladas este ano,
62326 para uma capacidade de 500 toneladas anuais, o que provocou a redução de
62326 30% dos empregados. O novo orçamento é de Cr$1,43 trilhão, contra o valor inicial de Cr$1,74 trilhão. Até hoje já foram gastos US$2,3 bilhões em custos diretos no programa nuclear, que está estimado em US$18,5 bilhões. Quanto a Angra III, cujas obras deverão começar em abril do próximo ano, 70% dos equipamentos já se encontram armazenados na NUCLEP (FSP).