PARA CUMPRIR A META DE EXPANSÃO DA BASE MONETÁRIA (EMISSÃO PRI

Para cumprir a meta de expansão da base monetária (emissão primária da moeda) de 95% no ano, fixada no acordo com o FMI, o Banco Central só poderá emitir, nos próximos quatro meses, mais Cr$400 bilhões em moeda. A média mensal de emissão de janeiro a agosto foi de Cr$305 bilhões, e o fluxo acumulado de Cr$2,45 trilhões. O Banco Central informou que o esforço de cumprimento do acordo envolve a colocação em setembro de Cr$4 trilhões em títulos públicos federais. Desse total, Cr$2 trilhões são necessários para rolar a parcela da dívida pública que vence no mês; Cr$1 trilhão se destinará a cobrir os gastos com a compra de trigo, açúcar e outras obrigações das autoridades monetárias, e o último Cr$1 trilhão será colocado basicamente para "enxugar" o excesso de cruzeiros resultantes das exportações no período (FSP).