O TITULAR DA SECRETARIA ESPECIAL DE CONTROLE DAS EMPRESAS ESTATAI

O titular da Secretaria Especial de Controle das Empresas Estatais (SEST), Nelson Mortada, informou que além de um aperto nas metas, o FMI voltou a considerar o déficit público nominal como indicador mais relevante, e não o chamado "déficit operacional", expurgado do efeito inflacionário. O FMI estabeleceu uma meta de 17,9% do PIB, o mesmo resultado obtido no ano passado. E em função deste número para o déficit nominal, também o déficit operacional foi alterado: previa-se um superávit de 0,3% do PIB, e este foi ampliado para 0,5% (GM).